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Prefácio a uma autobiografia de Álvaro Cunhal, em que o autor teve uma pequena trombosezinha depois da primeira frase. Ou então a um livro documentando a história do Portugal dos pequeninos. Também poderia ser um prefácio à biografia de Pacheco Pereira.

Tiago Gomes

E joao manel (tiago) viveu para sempre. Nao gosto de escrever com acentos, nunca gostei, acho que sao um acessorio deveras acessorio, tambem raramente faço uso do ponto final e uso o c com cedilha porque esta justamente ao lado do l.

Fazendo uso do c com cedilha juntamente com a tecla fn temos um tracinho – que também se encontra abaixo do c com cedilha – mais concretamente apontando para sudeste segundo os velhos ensinamentos de Timóstenes. Se o senhor Firmin-Didot levasse a sua a avante, o t francês, por vezes, também teria uma cedilha e lá seria necessária mais uma tecla; não sei onde iria caber visto que o meu teclado é um perfeito paralelogramo, digo isto porque tem os quatro ângulos rectos.

Nasci na Sé Nova, Coimbra, em 1993. eh pá o puto é albino! Tem o cabelo branquinho, branquinho! Que risco ao lado é aquele? Porque é que ele tém dois rolos, das máquinas automáticas de lavar carros, por cima das sobrancelhas?…….em 1918 visitei o Egipto pela primeira vez. Gostei, mas continuo a preferir o…… Norte d´Afrique. Je suis marrocain. Olha lá pá vamos ao Avante! É agora no dia 25 de Dezembro! Nasceu a palavra deturpar e, aqui, a palavra calúnia faria todo o sentido. Ele sabia bem que no dia 25 de Dezembro se celebrava o dia do Trabalhador…. Nunca na minha vida, jamais em tempo algum, eu desejaria que o franciú passasse o seu cabedal pelo Avante, minha nossa senhora do rosário, cruzes canhoto, nem por dá cá aquela palha eu lhe proporcionaria uma tarde de joelhos a introduzir hastes de metal, com cabeça e de pontas aguçadas, em tábuas de madeira, para no final nos depararmos com bonitos cenários, todos feitos á mão pelos resquícios do estado novo, a bater os seus tacos, bradando aos céus que as forquilhas ainda funcionam e as plainas ainda cortam fiambre e o caralho que os foda a todos. Vossas mãos, involuntárias foices de dedos, trespassam-me o coração. Filhos da Puta. Bom, pelos vistos a comunidade ainda funciona e o Pacheco ( sim, esse o da Amália) sempre tinha razão. Corta Vicente.

Você é um desgraçadinho, não a faz a mínima ideia do que está a dizer e põe em causa toda uma nação, todo um caminho cheio de veredas, toda uma luta, joelhos esfolados, calada, amordaçada, em prol de um bem comum, a verdadeira essência da condição humana. Homem livre, espaço domestico fora, fora, viva o espaço político, vamos ser livres, fora com a escravização das necessidades, fora com a politização da apolitização. Entremos na esfera dos Deuses…..

Jasus, minha nossa senhora, eu só disse que não queria estar um dia inteirinho ao Sol a pregar pregos e a cantar canções de protesto. Olha ao menos não fodi a minha irmã, pergunta ao Vilaça, e não comi a minha prima.

Disseram-me uma vez: olha lá tu és um bocado granítico. Eu! Porquê? Amando perdigotos de granito? faço toros de granito? Sou agressivo, imponente, frio?  Faço parte  de noventa por cento dos móveis de cozinha que saíram de Paços de Ferreira? Tenho o pénis grande, duro?

Sim, sim!

Sim o quê?

Sim, o último ponto que dissestes.

Ok. Podes felaciar-me o pénis?

Sim, mas se não te importas preferia chupar-te a picha primeiro.

25 Comentários a “Prefácio a uma autobiografia de Álvaro Cunhal, em que o autor teve uma pequena trombosezinha depois da primeira frase. Ou então a um livro documentando a história do Portugal dos pequeninos. Também poderia ser um prefácio à biografia de Pacheco Pereira.”